sábado, 23 de julho de 2016

Conservadores são contra revolucionários !




Nós conservadores somos contra revolucionários pois entendemos a revolução como o processo de destruição e ruptura da identidade e da noção do que seja o bom, o belo e a bondade.

Acreditamos na ordem como a disposição hierárquica das coisas de acordo com sua finalidade e o bem como a ausência do mal. Assim como o belo como a manifestação da bondade. Sim afirmamos existem parâmetros !  

Diferentemente a revolução busca confundir mentes com drogas, moralidade com amoralidade, sacrifício com hedonismo, verdade com relativismo, fé  com animismo, saúde mental com psicodelismo , experiência com utopias e religião com materialismo, para assim justificar a desumanização progressiva dos  indivíduos com o intuito de liberar nestes as tendências desordenadas do instinto e da psique humana.

Indivíduos animalizados tendem a justificar seu comportamento com ideias. Daí para a atividade revolucionária propriamente dita é apenas mais um passo. Indivíduos bestializados são facilmente controláveis como são os animais. Indivíduos ressentidos, tutelados são facilmente manipulados pelos agentes da revolução.

Como a revolução busca a reengenharia social ela quer tentar controlar tudo de forma gradativa, sejam indivíduos, consciências, estados nações, famílias , instituições e naturalmente o próprio mercado para daí subverter o mundo que conhecemos pautado na ética e na herança do que foi um dia a cristandade.

O processo revolucionário através de seus agentes sonha em seus delírios totalitários romanceados por ideologias materialistas romper com tudo que seja a continuidade do progresso e da tradição deixadas pelo mundo ocidental.

Almejam os revolucionários  subverter a cultura ocidental , a ordem hierárquica, a lei natural, a ética cristã, a pureza e o querer bem.

Submetendo ao fim a vida humana as consciências do totalitário  coletivismo desumanizado que apenas obedece aos seus agentes manipuladores.

De fato, a revolução não se importa com a vida humana mas com as rédeas do poder.

De nada vale a vida, a contemplação do belo, o fazer o bem e sua graça, mas apenas o poder e o prazer pessoal do grupo revolucionário que alçar o poder do estado.

O poder pelo totalitário e abjeto poder. Simples assim!

SIM SOMOS CONTRA REVOLUCIONÁRIOS !

sexta-feira, 8 de julho de 2016

A Revolução Russa






 
As ideologias utópicas que idealizam sociedades perfeitas para um homem imperfeito foram premissas de contestações que buscaram rupturas com identidades culturais além do rompimento total e brusco da tradição, dos hábitos e da continuidade do desenvolvimento que estas culturas iriam construindo durante séculos.

Na revolução Russa vimos primeiro uma tradição monárquica de três séculos se acabar de forma brusca primeiro por erros da autocracia ultrapassada de uma família real; A Família Romanov que não soube gerir sua derrota na guerra contra o Japão, depois sua entrada equivocada na primeira guerra mundial aliada ao seu sistema econômico interno baseado em latifúndios e com sua industrialização ainda incipiente. Além destes fatores políticos e econômicos a má gerencia em administrar conflitos por parte do Czar Nicolau II que sequer teve visão política ao não deter a violência de seus cossacos no conhecido domingo sangrento.

Em fevereiro de 1917 tivemos a primeira ruptura com a deposição do Czar Nicolau II e a implantação de uma republica parlamentarista encabeçada pelo socialista moderado Alexander Kerensky que amenizou o problema da fome devido ao fim do inverno, no entanto manteve a Rússia na guerra. Esse governo tíbio foi o combustível que faltava para que o ódio ideológico contra as classes medias, “burguesas”, se desencadeasse por populares organizados então sobre os “sovietes” conselhos manipulados pelo partido bolchevique este inspirado pelo ideário marxista – leninista do seu líder Lenin.

Outubro de 1917 contrariando os autores da religião política do utopismo socialista como afirma Richard Pipes em seu; “Historia concisa da Revolução Russa “ da –se o golpe de outubro de 17. Os bolcheviques chegam ao poder obrigando ao líder menchevique fugir para a Inglaterra.

De imediato o líder Lenin porta voz do discurso ideológico do marxismo organiza sua polícia politica assassina a Cheka, fuzila imediatamente intelectuais, poetas ,membros da classe média, produtores rurais. O seu governo toma para si todas as empresas e no campo as fazendas. Obriga civis a trabalharem forçado nas fazendas coletivas do estado. E para iniciar seu período de governo que levou a morte milhares pela fome assasina por fuzilamento toda família real quatro princesas adolescentes (Olga, Tatiana, Maria, Anastácia) a Czarina Alexandra, o Czar Nicolau II e o então hemofílico príncipe herdeiro Alexis com 13 anos de idade.

A revolução não considera a individualidade da vida humana e em nome de uma ideologia utópica que busca o paraíso na terra tenta remodelar com violência a realidade ao implantar sua engenharia social utilizando de pessoas como verdadeiras “massas de modelar”.

Ao morrer Lenin deixa preparado todo aparelho repressivo da burocracia estatal. Bastando que o paranoico Stalin então secretário geral do partido Bolchevique assumisse o poder após sua morte para então implantar o pior genocídio da história causado pelo terrorismo estatal e pela fome sendo responsável por 40 milhões de mortes. Infelizmente as ideologias que prometiam o paraíso terrestre nos trouxe apenas o inferno.

Havendo como na Inglaterra a promulgação de uma constituição que proclamasse a igualdade jurídica, a democracia e a monarquia parlamentar não teríamos a ruptura e a violência características das ideologias que desumanizam individualidades por categoriza-las em raças ou classes e sim a continuidade do desenvolvimento nacional com respeito e tolerância a religiões e opiniões além de manter a sua cultura e tradição então seculares.

A democracia e a liberdade de mercado não são perfeitas porem não prometem um paraíso terrestre e nem sequer perseguem aqueles que não se enquadram no perfil das ideologias que os manipulam. O respeito a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a tolerância a diversidade, a propriedade privada, o livre mercado e suma a defesa das garantias e liberdade individuais poderiam evitar o genocídio do século passado que segundo o livro negro do comunismo ceifou 100 milhões de vidas.

PROF DANIEL ROCHA

terça-feira, 24 de maio de 2016

O socialismo e a fome na África





Como o socialismo matou milhões de pessoas de fome na África e no restante do mundo

Muito de nós já vimos imagens das crianças etíopes com fome, com barrigas inchadas e olhos cobertos com moscas. O que poucos sabem é que elas foram vítimas inocentes do Derg, um grupo de militares marxistas que tomou o poder na Etiópia e usou a fome para chantagear partes rebeldes do país.

Entre 1983 e 1985, mais de 400 mil pessoas morreram de fome. Em 1984, o Derg utilizou 46% do PIB para gastos militares, criando o maior exército da África. Em contraste, o gasto com saúde diminuiu de 6% do PIB em 1973 para 3% em 1990.

Previsivelmente, o Derg culpou a seca pela fome, mesmo com a escassez de alimentos tendo sido precedida por meses de chuva. Em 1991, o Derg foi derrubado e seu líder, Mengistu Haile Mariam, escapou para o Zimbabwe, onde mora sob proteção do governo e dos pagadores de impostos até hoje.

Falando em Zimbabwe, em 1999, Robert Mugabe, o ditador marxista que assumiu o poder há 35 anos, criou um catastrófico programa de reforma agrária que tinha como objetivo estatizar fazendas privadas e expulsar fazendeiros e empresários não-africanos. O resultado foi um colapso na produção agrícola, a segunda maior hiperinflação já registrada no mundo – 89,700,000,000,000,000,000,000% por ano (sim, 89,7 sextilhões) – e 94% do país sem emprego.

Milhares de zimbabweanos morreram de fome e doenças, apesar da massiva ajuda internacional. Como no caso da Etiópia, o governo do Zimbabwe culpou o clima, roubou grande parte do dinheiro da ajuda internacional e negou alimentos e medicamentos aos seus adversários políticos.

Hoje não há um único caso de fome em massa em andamento no mundo – nem mesmo em locais devastados pela guerra como a Síria, e por quatro motivos. Primeiramente, o nível produção agrícola está mais alto do que nunca, o que fez os preços caírem: entre 1960 e 2015, a população mundial aumentou 143% enquanto o preço dos alimentos diminuiu 22%. Além disso, as pessoas têm mais renda e podem comprar mais comida: nos últimos 55 anos, a renda per capita média mundial aumentou 163%. Houve também desenvolvimento maciço dos transportes e das comunicações, o que tornou possível entregar ajuda alimentária em qualquer parte do mundo de forma relativamente rápida. E, por fim, a globalização e o comércio garantem que os alimentos possam ser adquiridos por qualquer pessoa e em qualquer lugar.

A África foi a principal beneficiária desse desenvolvimento, Em 1961, cada africano consumia, em média, 1993 calorias por dia. Em 2011, último ano que o Banco Mundial forneceu os dados do continente, o consumo de calorias de cada africano era de 2618 calorias. Globalmente, o consumo aumentou de 2196 para 2870 calorias por dia. Na Etiópia não foi diferente. Dois anos depois da deposição do Derg, cada etíope consuma 1508 calorias por dia e, em 2013, o consumo por etíope já era de 2131 calorias por dia.

O Zimbabwe, que ainda sofre com um ditador socialista marxista, não teve a mesma sorte. Em 1961, cada zimbabweano consumia 2115 calorias por dia e, em 2013 – 52 anos depois – esse consumo se manteve praticamente o mesmo (2110 calorias por dia).

Onde quer que tenha sido instalado, da União Soviética até a Venezuela, o socialismo falhou. O socialismo é a fábula que promete igualdade e abundância para trazer tirania e fome.

terça-feira, 17 de maio de 2016

AONDE PODE CHEGAR O COITADISMO





A.I.E, Aparelho Ideológico do Estado, em outras palavras, escolas públicas estatais. É impressionante como estas refletem o discurso do governo em seus diferentes períodos e como isso vive a interferir na cultura e no futuro dos alunos ao implantar incontestavelmente uma nova mentalidade individual que, coletivamente, irá refletir a dissonância cognitiva do pensamento estatal.

O patrimonialismo do estado “soviético” brasileiro aliado ao seu clientelismo transforma os alunos em seres miméticos tutelados pelo governo e que, sem sombra de dúvidas, serão dependentes de migalhas “sociais” do estado paternalista. O governo reforça seu discurso pondo uma verdadeira “carapuça” de vítima no estudante que, por sua vez, compra esse discurso e, posteriormente, se diz ressentido por seus fracassos.

A ideologia marxista-leninista-estatal manipula pessoas pertencentes a setores sociais, especialmente minorias que, com seu discurso de vítima, não superam suas limitações individuais. O coitadismo é implantado nas consciências fragilizadas.

Minorias sociais de inocentes úteis ressentidos seguem a cartilha do discurso de ódio dos seus ideólogos manipuladores. Esses “oprimidos” buscam sempre compensações de crimes e de fatos ocorridos em gerações anteriores. Essa vitimização de sua realidade individual somada à comiseração alheia artificialmente construída pela propaganda de cunho esquerdista cria coletivo de pessoas magoadas/fracassadas que odeiam outros descendentes estigmatizados injustamente pela culpa de seus ancestrais e injustamente são obrigados a expiar  de forma desconexa as derrotas individuais dos que os acusam. Dessa forma, esses “coitados” transferem o ódio de sua realidade a terceiros.

Uma verdadeira mentalidade esquerdista hegemônica então se forma. O ódio é seu pilar e a raiz são ideologias seculares implantadas sub-repticiamente no inconsciente coletivo onde a soma das relações individuais sempre será zero.

A culpabilização da pobreza coletiva surge como fruto de diversas “injustiças” em seu discurso dissonante de luta de classes: alguns são ricos por alguns serem pobres. Esse discurso irracionalmente emotivo da soma zero; rico versus pobre, empresário versus trabalhador, opressor versus oprimido chega ao absurdo de declarar em sua miséria dialética que a riqueza de um estado existe porque há muitas pessoas pobres. Então a Somália seria um país riquíssimo pelos números de pobres lá existentes. É de se constatar que na Somália não há ambiente de negócios. O estado lá se faz presente em todos os setores da economia com sua burocracia e corrupção inerentes, o I. D. H daquele país, portanto, é um dos piores do mundo.

O ódio ao mérito individual se faz presente e o ressentimento se torna a cultura dominante. Isso nos faz lembrar da República de Weimar antes do nazismo e de diversas nações antes da implantação de regimes socialistas totalitários onde houve o terror a exemplo do Camboja e das nações integrantes da antiga URSS.

Quando o inconsciente coletivo fica absorto no ódio e no ressentimento se produz a inconsequente categorização dos indivíduos em classes, raças, religião, orientação sexual, até o ápice da desumanização de pessoas categorizadas, abrindo o caminho para a implantação da engenharia social e seus genocídios coletivos como ocorridos no holocausto Judeu e no Holodomor Ucraniano.

Indivíduos sem escrúpulos buscam enriquecimento ilícito ao tornarem-se parte, exercendo funções públicas, de um estado agigantado. Eles odeiam o mérito pela sua incapacidade individual de realização pessoal, ou seja, por pura preguiça de lutar. Assim, culpam a todos que puderem, para, com isso, exigirem privilégios de vítimas criadas.

Em contramão, perseguem os herdeiros de culpas presumíveis alcunhadas pelo seu discurso de soma zero. Exigem com isso apadrinhar os seus amigos que então estendem seus privilégios corporativos a amigos e aos demais as exigências da lei que por serem excessivamente abusivas forçam uma grande maioria à ilegalidade. Sempre fazem uso do denuncismo fazendo do ato de denunciar ao governo supostos crimes contra a doutrina oficial para impor desta forma a sociedade o medo da punição e do terror estatal. Neste nível, já estará implantado o totalitarismo.

O discurso manipulador do coitadismo atinge primariamente minorias agredidas e discriminadas nas quais, pela baldeação inadvertida do diálogo, sempre e apenas em seus termos montam-se gradativamente mentalidades, mudando significados, se utilizando exaustivamente de eufemismos e construindo o que Antônio Gramsci afirma ser a hegemonia cultural. A construção da mentalidade vitimista e do ressentimento abre inexoravelmente caminho para o planejamento gradativo do mercado e das consciências. Esse é o caminho da servidão tão bem escrito por Frederick V Hayek em sua obra de mesmo nome.

A engenharia social começa com a imposição de uma nova cultura que troca conceitos pela disfunção cognitiva conectando um sentido com outro que não tem conotação, por exemplo; a SS nazista usava uniformes, logo todos os policiais de uniforme também são criminosos ou com a paralaxe cognitiva onde o sujeito tomado por utopias ideológicas perde noção da realidade concreta. Todas essas inversões de valores e relativização de conceitos nos atrela apenas à intolerância e ao ódio.

O ataque a valores preciosos e perenes pautados na ética ocidental do judeu cristianismo são dirigidas por correntes de pensamentos pautados em ideologias seculares almejam sempre a criação de uma nova sociedade utópica planejada e dirigida pelo estado. A intolerância e o ódio da nova distopia surge com o “politicamente correto”, da nova amoral edificada pelo esquerdismo ideológico .

A engenharia social é indiferente ao indivíduo e à vida humana ao impor uma nova realidade tida como perfeita. Esta transforma as mentalidades relativizando e obliterando a noção do certo e errado em seu pilar ético.

Toda essa revolução cultural tem como base a construção de uma nova mentalidade, de uma nova hegemonia cultural. Movida por agentes revolucionários “religiosos seculares”, adeptos de ideologias utópicas, que se faz necessário dizer são, em suas práxis, distopias assassinas transgressoras da moral tradicional edificada pelo mundo ocidental em seus valores perenes. O amor à vida então se relativiza e, em nome do prazer, se mata.

Infelizmente essa nova mentalidade se constrói inicialmente pela imposição ao jovem estudante através do discurso da vitimização, do coitadismo e do ressentimento. Gradualmente, a concentração de poder nas mãos de um “Moloch” estatal se edifica. Esse novo ser criado pela revolução cultural irá então chegar ao seu objetivo final ao devorar seus próprios filhos restringindo pouco a pouco as liberdades e garantias individuais do homem ocidental.

Este é o destino final da revolução cultural do coitadismo. O “fim do poço”, que pautado no ressentimento profundo da alma individual gera o Totalitarismo.


sábado, 14 de maio de 2016

INDICAÇÃO DE AUTORES




O país precisa entender que o caminho para a prosperidade e desenvolvimento intelectual, moral, cultural, econômico, legal e social de um país passa por idéias totalmente novas e com origem nos pensadores conservadores e liberais que foram banidos das discussões NOS ULTIMOS 30 ANOS, do ensino e do debate público. A hora de corrigir essa falha é agora.

Cada hora que você gasta lendo esquerdista ou acompanhando a velha imprensa é uma hora a menos para os clássicos e para Edmund Burke, Eric Voegelin, Roger Scruton, Thomas Sowell, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Milton Friedman, Roger Kimball, Charles Murray, Russell Kirk, Alexis de Tocqueville, Alexander Hamilton, Erik von Kuehnelt-Leddihn, David Horowtiz, Ben Shapiro, Whittaker Chambers, Ortega y Gasset, Ann Coulter, Dinesh D'Souza, C S Lewis, G K Chesterton, Allan Bloom, George Gilder, Irving Kristol, Gertrude Himmelfarb, Michael Oakeshott, David Hume, Frédéric Bastiat, Jean-Baptiste Say, Adam Smith, Hernando de Soto, Henry Hazlitt, Aleksandr Solzhenitsyn, Ibn Warraq, João Pereira Coutinho, Bruno Garschagen, Olavo de Carvalho, Martim Vasques da Cunha, Rodrigo Gurgel, Flavio Morgenstern, Rodrigo Constantino, Flavio Quintela, Bene Barbosa, Paul Johnson, Bertrand de Jouvenel, Alain Peyreffitte, Winston Churchill, Jonah Goldberg, Victor Davis Hanson, Nassim Nicholas Taleb, Theodore Dalrymple, Walter E. Williams, Thomas DiLorenzo, Niall Ferguson, Richard Pipes, Ion Mihai Pacepa, Robert Service, Plinio Correa De Oliveira  entre muitos, mas muitos outros.

Quer ajudar o Brasil a recomeçar? Olhe para frente, apresente ou defenda novas idéias, renove o discurso, ofereça alternativas, prestigie novos autores e líderes, faça diferente...



domingo, 17 de maio de 2015

HOMENS SAPOS E OS ARQUITETOS DA DESTRUIÇÃO




HOMENS SAPOS E OS ARQUITETOS DA DESTRUIÇÃO 

Há indivíduos que possuem uma característica em comum, achar que coisas desagradáveis nunca irão piorar a ponto de rasgar a sua bolha existencial ferindo sua efêmera zona de conforto. Chamarei tais indivíduos de "homens sapo". Esses acreditam que por mais que as coisas estejam ruins, elas nunca irão se tornar desesperadoras para as suas medíocres existências. Esquecem-se, os “sapos”, dos avisos incansáveis de imortais visionários da história como o primeiro ministro britânico Winston Churchill que declarou ao final da guerra que “uma cortina de ferro se abateu sobre o mundo”. Na ocasião, já deixava claro o fato de haver uma ameaça totalitária imperando sobre o orbe em devaneios megalomaníacos e psicopáticos.

A história é a maior inimiga da imprevisibilidade. Não é à toa que o inesquecível Winston Churchill foi pioneiro ao pregar no deserto contra os perigos do nazismo. No entanto, o flagelo de alienados foram representados pelo “homem sapo major”, o primeiro ministro, Neville Chamberlain, que prometeu paz a Europa, retornou do diálogo com o tirano sem ao menos possuir a previsibilidade das trevas que então já se anunciavam no horizonte. Sua falta de conhecimento da psicologia humana, sua estupidez e preguiça de vislumbrar os inúmeros exemplos históricos, conduziu a Europa, por omissão do típico “homem sapo”, aos horrores dos crimes contra a humanidade.

Homens Sapo sempre  pecam  pela omissão, excesso de otimismo e de imprevisibilidade então  estão a indicar  burocratas que se ajustam como parafusos perfeitos  da engrenagem do mal do estado , executando suas tarefas e se eximindo da humanidade e da culpa ao mal servir a comunidade .

A banalização do mal de Hanna Arendt é constatada na configuração de um estado totalitário. De forma gradual e sistemática pessoas estão perdendo sua capacidade de serem indivíduos éticos, estão submetendo sua consciência ao mal simplesmente por preguiça e osmose. A sujeição do indivíduo ao poder corrupto e criminoso, à engrenagem do mal, da qual agora já se tornam parte. Tornando-se mais engrenagens e menos indivíduos, contudo, como não são capazes de anular suas consciências irão responder por seus atos perante o tribunal da história.

Está chegando a infeliz hora de o brasileiro descobrir o que foram os campos de concentração e os gulags russos. Ficam os votos para que não renasça das cinzas do pecado deste ato consciente de omissão aliado a estupidez arrogante dos “homens sapos” outro holocausto ou “Holodomor” em terras tupiniquins.



Edmund Burke – “Para que o mal vença basta que os bons nada façam”.



Prof Daniel Rocha .

Pequeno dicionário gramscista





Pequeno dicionário gramscista


ESCRITO POR FÉLIX MAIER | 26 JULHO 2012
ARTIGOS - MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO

A doutrina fascista de Gramsci e de outros intelectuais europeus, como os integrantes da Escola de Frankfurt, modificou por completo toda a estrutura cultural do Ocidente nas últimas décadas - para pior.

No Brasil, vivemos, atualmente, em um verdadeiro sistema fascista, em que há a cooptação de todos os setores da sociedade pelo poder central de Brasília, não havendo nenhum tipo de oposição política ao esquema. É o que eu batizei de "fascismo gay" (veja verbete abaixo), já que todos estão “alegres” em viver em tal sistema - gramscista-fascista em sua estrutura -, recebendo uma bolsa aqui, outra ali, todos satisfeitos em viver numa sociedade em que há apenas direitos, não deveres. Hoje, até empresários se dizem "socialistas", como o capitalista Paulo Skaff, presidente da Fiesp, que se candidatou nas eleições passadas pelo Partido Socialista Brasileiro para o governo de São Paulo, perdendo para Geraldo Alckmin.

Gramsci deve estar muito orgulhoso de seus escritos feitos no cárcere! Afinal, se tinha alguém que entendia verdadeiramente de fascismo, essa pessoa era Antonio Gramsci.
Os verbetes abaixo farão parte do meu livro A LÍNGUA DE PAU - Uma história da intolerância e da desinformação.

Aparelhamento - É a infiltração de um partido ou classe social em todos os órgãos do Estado, com o intuito de controle total a serviço de sua ideologia ou conveniências. O sucessor de FHC criou mais de 20.000 cargos de confiança para a companheirada, dentro da doutrina gramscista de “ocupação de espaços”. Além do aparelhamento do Estado, feito com vagar e vigor desde o início da Nova República, o objetivo é duplo: angariar votos (cada emprego garante, no mínimo, cinco votos para candidatos do partido) e fazer caixa para o PT, já que todo filiado tem obrigação de contribuir com o “dízimo” para a igreja petista, que pode chegar a 20% do salário. O “fascismo gay” do sucessor de FHC ampliou o aparelhamento do partido em antigos institutos, como o IBGE e o IPEA, que primavam pela seriedade e hoje têm a mesma credibilidade de um instituto cubano ou norte-coreano, ou seja, zero. “A mentalidade burocrática - que, de acordo com Brentano, é ‘a única caixa de ressonância da Associação para a Política Social’ - considera construtiva e positiva apenas a ideologia que exija o maior número de repartições públicas e de funcionários. E quem procura reduzir o número de agentes do Estado é tachado de ‘pessimista’ ou de ‘inimigo do Estado’ ” (MISES, 1987: 86). Se não existisse o aparelhamento esquerdista da mídia, o sucessor de FHC teria sofrido impeachment por conta do mensalão.

Cadernos do Cárcere - Antonio Gramsci foi um dos fundadores do Partido Comunista Italiano, em 1921. Cadernos do Cárcere é sua obra-prima, escrita durante sua prisão na Itália, de 1926 a 1935. “Esta publicação, difundida em vários continentes, passou a ser o catecismo das esquerdas, que viram nela uma forma muito mais potente de realizar o velho sonho de implantar o totalitarismo, sem que fosse necessário o derramamento de sangue, como ocorreu na Rússia, na China, em Cuba, no Leste Europeu, na Coreia do Norte, no Camboja e no Vietnã do Norte. (...) Gramsci professava que a implantação do comunismo não deve se dar pela força, como aconteceu na Rússia, mas de forma pacífica e sorrateira, infiltrando, lenta e gradualmente, a ideia revolucionária. (...) A originalidade da tese de Gramsci reside na substituição da noção de ‘ditadura do proletariado’ por ‘hegemonia do proletariado’ e ‘ocupação de espaços’, cuja classe, por sua vez, deveria ser, ao mesmo tempo, dirigente e dominante. Defendia que toda tomada de poder só pode ser feita com alianças e que o trabalho da classe revolucionária deve ser, primeiramente, político e intelectual” (Anatoli Oliynik, in “A Tomada do Poder - Gramsci e a Comunização do Brasil”- http://blog.anatolli.com.br/2009/10/12/gramsci-e-a-comunizacao-do-brasil-2/, acesso em 9/6/2011). 



“Paradoxal e surpreendentemente, a primeira publicação no Brasil dos Cadernos do Cárcere, do comunista italiano Antonio Gramsci - uma iniciativa de Ênio Silveira e de sua Editora Civilização Brasileira - veio à luz entre 1966 e 1968, com uma reedição em 1970, em plena ‘ditadura’. Um ‘cochilo’ da censura ou a ‘mordaça’ não era tão severa como muitos na época e ainda hoje querem fazer crer? Isto é a confirmação do que afirmou Olavo de Carvalho, ao dizer que ‘por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial’ quando ‘o governo, influenciado pela teoria golberiana, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos’ ” (Gen Div Negrão Torres – História Oral do Exército/1964, Tomo 14, pg. 80).

Cooptação política - Processo pelo qual o Estado trata de submeter à sua tutela formas autônomas de participação. Por exemplo, no Governo Vargas, a criação do Ministério do Trabalho e do sistema previdenciário foram transformados em capital político do PTB. Com o governo petista, firmou-se no Brasil o “fascismo gay”, de base gramscista.

Escola de Frankfurt - Famosa escola (de pau) de pesquisa sociológica alemã da década de 1920, deu ênfase, entre outras pesquisas, à “personalidade autoritária” da sociedade e à “teoria crítica” ou contracultura, de modo a destruir instituições tradicionais, como a família e a religião, dentro do conceito “politicamente correto”. Tinha entre seus teóricos Theodor Adorno, Herbert Marcuse, Eric Fromm, Walter Benjamin, Marx Horkheimer, Jürgen Habermas, Eric Hobsbawn, Umberto Eco. Tomando como ideal o “homem livre” (um tema sem teor científico, um mero sonho), deveria explicar por que, depois do Iluminismo e de Marx – agora, que pela primeira vez na história, a sociedade industrial estava finalmente organizada socialmente –, o mundo produzia ainda tantas personalidades autoritárias, líderes e seus vassalos. A chamada “Escala F” do livro Personalidade Autoritária (coproduzido por Max Horkheimer) “media” os traços da personalidade autoritária: 1) passividade automática ante os valores convencionais; 2) cega sujeição à autoridade; 3) inimigo da introspeção; 4) rígido; 5) pensamento mediante clichês; enfim, tudo se destinava a determinar e quantificar o antissemitismo, o racismo, o conservadorismo econômico etc. Horkheimer e Adorno foram diretores da Escola. Na década de 1930, a Escola transferiu suas atividades para os EUA, fugindo do Nazismo, primeiro para a Universidade de Colúmbia, em Nova York, e depois para a Califórnia. Após a II Guerra Mundial, a Escola voltou a seu lugar de origem, Frankfurt. 

A Escola de Frankfurt foi “erguida com o dinheiro de Hermann Weil, capitalista e explorador do trigo (e da mão-de-obra barata) argentino. Da cátedra da Escola, os seus integrantes mais notáveis (alguns deles filhos de banqueiros e milionários), diante da crescente supremacia do capitalismo, atiram sofisticados petardos contra o que julgam ser a ‘estrutura dominante’ da sociedade industrial contemporânea. Um dos seus mais destacados mentores, Theodor Adorno (1903-1969) - que morreu de enfarte após uma aluna ter ficado nua na sala de aula para testar o grau de sinceridade do mestre pelas liberdades individuais por ele proclamadas -, era taxativo em afirmar (Dialética Negativa, 1966), por meio da ‘ênfase dramática’, que o mundo e as consciências viviam alienados e não tinham mais salvação, apontando a concentração do capital, o planejamento burocrático e a máquina ‘reificadora’ da cultura de massa como forças destruidoras das liberdades individuais (vindo daí, naturalmente, todo o arsenal crítico mais pretensioso contra Hollywood)” (PONTES, 2003: 42).

Fascismo gay - Trata-se do fascismo brasileiro, de tempero gramscista, consolidado pelo sucessor de FHC, o gay fascism. Nesse modelo, não existe oposição e todos os setores da sociedade, inclusive empresários, estão “alegremente” (gay) cooptados com as benesses do Poder Central. “O ‘pensamento’ de Marx (e de seus seguidores) continua a causar estragos e até a apresentar-se como ‘hegemônico’, sobremodo em algumas partes da descarnada América Latina. É puro ‘non-sense’. Mas pelo menos no Brasil é inquestionável a supremacia da dogmática marxista, pois o país tornou-se o espaço vital onde milhares e milhares de militantes esquerdistas, comandados por uma máquina bem-azeitada e nutrida o mais das vezes nos fundos públicos (subtraídos a muque do bolso do trabalhador e dos empresários contribuintes), atuam sistemática e proficuamente nas cátedras, parlamentos, púlpitos, quartéis, mídias, associações civis e militares, sindicatos, prisões, palcos, telas e até nos prostíbulos, com o objetivo único e irreversível de ‘socializar’ a nação”(PONTES, 2003: 42-3). “Na medida em que crescem, de forma galopante as escorchantes tributações sobre os bens privados, do trabalhador e dos empresários, aumenta em proporção geométrica o número dos ‘excluídos’, pois uma coisa decorre da outra: é o Estado (com suas elites, suas agências, instituições e burocracia em geral) que se apropria, por força da violência legal (e da inércia ou ignorância da população), da riqueza produzida pela sociedade para usufruto diuturno de privilégios” (idem, pg. 43).

No Brasil, “os antigos militantes da luta armada trocaram as selvas e os ‘aparelhos’ urbanos pelas vias democráticas: alguns tornaram-se parlamentares, ministros, membros do governo, ecologistas, professores, comentaristas da mídia, e outros tranformaram-se simplesmente em líderes religiosos e integrantes ativos das ONGs, constituídas por vasto contingente de ‘intelectuais orgânicos’ muito bem remunerados com recursos do próprio governo e de grupos e empresas internacionais. A estratégia ‘democraticamente’ adotada para tornar o Brasil uma ‘República Popular Socialista’ é a da ‘revolução passiva’, extraída dos ‘Cadernos do Cárcere’ de Antonio Gramsci (1891-1937), um membro do Comitê Central do Partido Comunista italiano que discordava parcialmente das teses revolucionárias de Lênin e pregava a tomada do poder pela ação ‘hegemônica’ dos intelectuais infiltrados no aparelho do Estado e suas instituições” (idem, pg. 57). 

“O mercado não dá a menor bola para esse tipo de debate. Ele não quer saber qual é a ideologia do petismo. A sua pergunta sempre será a seguinte: o modelo rende? Rende. Então tudo está no seu devido lugar” (AZEVEDO, 2008: 138). “Somos mais governados pelo PT que não vemos do que por aquele que vemos. (...) A mina de ouro está nas diretorias e nos milhares de cargos das estatais. É aí que está alojado o PT. É por isso que eles lamentam tanto as privatizações do governo FHC. Imaginem se essa gente tivesse, por exemplo, a Telebrás nas mãos: 27 presidências regionais, mais os milhares de cargos de confiança. Mais a Vale, a CSN, a Embraer...” (AZEVEDO, 2008: 124-5). “Dezenas de jornalistas aguardavam uma definição na portaria do edifício Rocha. Por pouco não desci para dizer-lhes que não haveria mais a chapa PT-PL. Quando já ia pegar o elevador, fui chamado de volta. As negociações haviam recomeçado, agora no quarto do anfitrião. Embora sempre procurasse me manter à distância nessas horas, esperando por uma decisão para comunicá-la à imprensa, estava claro para todos que o impasse se dava na questão da ajuda financeira que o PL tinha pedido ao PT para fazer sua campanha. Somente três anos depois, quando estourou o ‘escândalo do mensalão’, eu ficaria sabendo que o valor solicitado era de 10 milhões de reais. No início da noite, os dirigentes dos dois partidos anunciaram que a aliança estava selada, como queriam Lula e Alencar” (KOTSCHO, 2006: 223).

Gramscismo - “Gramsci, incapaz de se ver no papel de líder, tirou de Maquiavel não a idéia de um príncipe individual, como Mussolini o fez, mas sim a de um coletivo: o príncipe moderno, o príncipe mito, não pode ser uma pessoa real, um indivíduo concreto - ele só pode ser uma organização” (JOHNSON, 1994:78).“Gramsci, que queria ‘o partido’ como o Moderno Príncipe, dizia que ele deveria ser o ‘imperativo categórico’ da sociedade e que tudo deveria existir e ser feito em função de suas necessidades. Até mesmo a crítica deveria ser autorizada por ele e tê-lo como referência. Em certos setores da imprensa, já experimentamos algo parecido. Só se aceita que petistas contestem petistas” (AZEVEDO, 2008: 26-7). “O pacto urbano, em decorrência, é ‘soldado’ pela participação do intelectual, para usar uma expressão de Gramsci” (GENRO, 1982: 30).

Guerra de Movimento - Concepção gramscista, equivalente à “revolução permanente” de Marx e Engels, adotada pelos comunistas contra os Estados absolutistas ou despóticos do tipo “Oriental” e também contra os Estados liberais elitistas da 1ª metade do Século XIX, para implantação do socialismo.

Guerra de Posição - Concepção gramscista, mais adequada contra os Estados modernos e democráticos do tipo “Ocidental”, para conquista do socialismo. Essa concepção está sendo implantada com sucesso no Brasil, desde a redemocratização (1979), com a atuação das esquerdas em todos os órgãos nacionais, governamentais ou não - especialmente na Educação e nos meios culturais.

Hegemonia cultural - “A hegemonia consiste na criação de uma mentalidade uniforme em torno de determinadas questões, fazendo com que a população acredite ser correta esta ou aquela medida, este ou aquele critério, esta ou aquela ‘análise de situação’, de modo que quando o comunismo tiver tomado o poder, já não haja qualquer resistência. Isso deve ser feito, segundo ensina Gramsci, a partir de diretrizes indicadas pelo ‘intelectual coletivo’ (o partido), que as dissemina pelos ‘intelectuais orgânicos’ (ou ‘formadores de opinião’), sendo estes constituídos de intelectualóides de toda sorte, como professores – principalmente universitários (porque o jovem é um caldo de cultura excelente para isso), a mídia (jornalistas também intelectualóides) e o mercado editorial (autores de igual espécie), os quais, então, se encarregam de distribuí-las pela população. (...) A outra técnica gramsciana - a da ocupação de espaços - já dava mostras tão evidentes de visibilidade entre nós, com a nomeação de 20 mil cargos de confiança pelo PT em todo o território nacional (só para cargos federais!), que nem mesmo precisaria ser novamente denunciada. O que faltava, entretanto, era fazer a conexão com a primeira técnica - a hegemonia”.
 (Dra. Marli Nogueira, Juíza do TRT em Brasília, in “Técnica Gramsciana e o Partido dos Trabalhadores”, 13/6/2005). 


“Nesse livro [O Repórter e o Poder, do jornalista José Carlos Bardawwil], ele dá vários depoimentos que mostrou o poder imenso que, já na década de 1970, o Partido [PCB] tinha sobre a classe jornalística” (Otto Maria Carpeaux - HOE/1964, Tomo 3, pg. 122). “Gramsci agora está convencido de que para se tornar ‘classe dirigente’, para triunfar naquela estratégia mais complexa de longo alcance, o proletariado não pode se limitar a controlar a produção econômica, mas deve também exercer sua direção político-cultural sobre o conjunto das forças sociais que, por essa ou aquela razão, desse ou daquele modo, se opõem ao capitalismo” (COUTINHO, 1989: 36). “As principais causas da corrupção são velhas conhecidas: instituições frágeis, hipertrofia do estado, burocracia e impunidade. O governo federal emprega 90000 pessoas em cargos de confiança. Nos Estados Unidos, há 9051. Na Grã-Bretanha, cerca de 300. ‘Isso faz com que os servidores trabalhem para partidos, e não para o povo, prejudicando severamente a eficiência do estado’, diz Claudio Weber Abramo, diretor da Transparência Brasil” (Revista Veja,in “A vingança contra os corruptos”, 26/10/2011, pg. 80).
Intelectual orgânico - Trata-se de intelectual orgânico ao Partido dos Trabalhadores, muito comum na USP (Emir Sader, Marilena Chauí, Maria Aparecida Aquino), na Unicamp e na UnB (Marcos Bagno, reitor José Geraldo Sousa, o “Zé do MST”). A expressão foi criada por Gramsci para qualificar o militante marxista existente na cultura e no magistério. “Quem ler qualquer revista ou jornal, ou livros acadêmicos, ou vir o vestibular (da USP, da UFPR, da UNICAMP) não demorará muito até encontrar frases do tipo ‘a exploração dos trabalhadores pelos capitalistas’ ou ‘o capitalismo baseia-se na exploração de uns pelos outros’ ” (PEREIRA, 2003: 271). “Marcuse usava uma expressão absolutamente fantástica: dizia que a estratégia deveria ser não a de atacar o sistema, mas a de fazer sua decomposição difusa. Isto é, você espalharia, por tudo quanto é lado, militantes e intelectuais - sem ligação aparente uns com os outros - que iriam corroendo, aos poucos, todos os valores, instituições etc. e destruindo sua estrutura de dentro para fora” (Otto Maria Carpeaux -HOE/1964, Tomo 3, pg. 118-9).

Politicamente correto - Não se deve chamar um homem baixo de “anão”. Nem de “baixinho”. É politicamente correto chamá-lo de “negativamente avantajado”. Preto brasileiro deve ser chamado de “afro-brasileiro” (e Gustavo Kuerten e Giselle Bünchen, de teuto-brasileiros). Infanticídio não existe mais, apenas “aborto”, um “direito da mulher dispor de seu próprio corpo”. Prostituta não é mais prostituta, é “empresária do sexo”. Papa-defunto virou “empresário do luto”. “Pederasta”, palavra que tentaram riscar do atual Código Civil, passou a ser o inofensivo “gay”. Os proprietários do Dicionário Webster foram obrigados a “riscar” várias palavras, como “crioulo”. Uma deputada distrital do PT, no Governo Cristóvam Buarque, apresentou projeto semelhante, visando riscar do Dicionário Aurélio palavras julgadas “ofensivas”. (Na mesma época, o PT negou a Pelé o título de cidadão brasiliense.) Com essa bobagem semântica - a “novalíngua” -, o movimento do “politicamente correto”, dominado pelas esquerdas, se assenhorou da mídia e aproveita para distorcer fatos que lhe são antipáticos e dourar a pílula que todos devem engolir. Politicamente correto não é nada mais do que “marxismo cultural” ou “multiculturalismo” e tem por objetivo destruir a cultura ocidental e a religião cristã, com a contribuição importante de Georg Lukacs (“terrorismo cultural”), Antonio Gramsci (“longa marcha nas instituições”, ou seja, o domínio das escolas, mídia, até igrejas, para influenciar a cultura) e os integrantes da “teoria crítica” da Escola de Frankfurt, que inicialmente seria chamada de “Instituto para o Marxismo”: Max Horkheimer, Theodor Adorno, Eric Fromm, Wilhelm Reich e Herbert Marcuse. ”A correção política é a carrancuda vingança do rancoroso, intolerante e mal-intencionado idiota sobre tudo aquilo que tem vida no mundo. Não é nada mais do que o recurso insincero e desprovido de humor de mentes tão medíocres, que, para eles, o ressurgimento do stalinismo é preferível à dor de um vislumbre do Ser - é o último vestígio da besta que Nietzsche identificava como ‘ressentimento’. Tais mentes tiram sua melancólica noção de prazer - como as fantasiosas ereções de eunucos centenários - maquiando o pouco que desejam conhecer da História para pessoas que parecem não se conformar com os padrões artificiais dos mais ineptos governos do século XX” (SEYMOUR-SMITH, 2002: 84-5). 

“Um dos objetivos da "novilíngua" (vide Orwell) é apagar as emoções e tornar tudo pasteurizado, anódino, sem emoção. Os sentimentos devem ser varridos para debaixo do tapete. Tome cuidado com o que fala. O termo ‘crioulo’ pode enquadrá-lo na Lei Caó (cujo apelido nos tempos da UNE era Crioulo). Tudo depende de como se fala, embora a descrição ‘passou por aqui, era um crioulão’ seja adequada. Mas, se fosse vivo, Adolfo Caminha teria problemas com ‘O bom crioulo’ ” (Fritz Utzeri, in “O Politicamente correto”).

Até o Exército Brasileiro se rendeu à língua do PC: não se realizam mais grupos de trabalho para tratar de Recursos Humanos, mas de “Talentos Humanos”. Nos EUA, o jornalista Bernard Goldberg lançou o livro Bias - A CBS Insider Exposes How the Media Distort the News (Tendencioso - Um Conhecedor da CBS Mostra Como a Mídia Distorce as Notícias). Logo, Goldberg foi tachado de “mentiroso”, “extremista de direita”. Uma das teses polêmicas de Goldberg se refere aos doentes da AIDS, cujos números foram escondidos para agradar ao lobby dos homossexuais e das minorias raciais dos EUA (negros e hispânicos), para acelerar as pesquisas de remédios. Por exemplo, dos aidéticos mostrados na TV, 6% eram gays, 16% eram negros e hispânicos e 2% eram drogados. Na verdade, 58% eram gays, 46% eram negros e hispânicos e 23% eram drogados (período estudado: 1992 a 1995). A Universidade de Oxford, nos EUA, lançou uma versão “politicamente correta” do Novo Testamento (Novo Testamento e Salmos: uma versão não excludente), onde há alterações, como: “A expressão Deus Pai passa a ser Deus Pai e Mãe; a oração Pai-Nosso recebe o nome de Pai e Mãe Nossos; foi excluído o termo ‘escuridão’ como sinônimo do mal por Ter conotação racista; eliminaram-se as acusações de que os judeus mataram Jesus Cristo; as mulheres deixam de ser ‘sujeitas’ aos maridos e passam a ser ‘compromissadas’; as crianças devem ‘prestar atenção aos pais’, não ‘obedecê-los’ ” (“Deus Pai e Mãe”,in revista Istoé, 6/9/1995). “Em qualquer país, preconceitos e maneiras ofensivas de pensar ficam entranhados na linguagem e nas instituições sem às vezes nos darmos conta disso. O legado mais positivo do politicamente correto foi chamar atenção para esse fato e nos tornar mais atentos para as situações em que ofendíamos inadvertidamente um grupo ou uma minoria. (...) No ambiente acadêmico, qualquer opinião deve passar pelo teste do debate, e ser mantida ou descartada por seus méritos, não porque alguém disse que ela é aceitável ou inaceitável a priori. O politicamente correto tentou estabelecer códigos do que era apropriado pensar e dizer e, nesse sentido, foi muito nefasto” (Lawrence Summers, reitor da Universidade de Harvard, entrevista a Veja, 31/3/2004, pg. 14). “O politicamente correto consiste na observação da sociedade e da história em termos maniqueístas. O politicamente correto representa o bem e o politicamente incorreto representa o mal. O sumo bem consiste em buscar as opções e a tolerância nos demais, a menos que as opções do outro não sejam politicamente incorretas; o sumo mal encontra-se nos dados que precederiam à opção, quer sejam estes de caráter étnico, histórico, social, moral e sexual, e inclusive nos avatares humanos. O politicamente correto não atende à igualdade de oportunidade alguma no ponto de partida, senão, ao igualitarismo nos resultados no ponto de chegada” (Entrevista de Vladimir Volkoff a Marc Vittelio - site Mídia Sem Máscara, 27/04/2004). “O típico intelectual exasperado de hoje defende sistematicamente reivindicações contraditórias: liberação do aborto e repressão ao assédio sexual, moralismo político e imoralismo erótico, liberação das drogas e proibição dos cigarros, destruição das religiões tradicionais e defesa das culturas pré-modernas, democracia direta e controle estatal da posse de armas, liberdade irrestrita para o cidadão e maior intervenção do Estado na conduta privada, antirracismo e defesa de ‘identidades culturais’ sustentadas na separação das raças, e assim por diante” (CARVALHO, 2000: 90-91). Por pressão de grupos LGBT, MPF e Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, do MJ, o ministério da Defesa irá propor aos legisladores tirar a palavra “pederastia” do Código Penal Militar, que em seu art. 235 trata aquela prática como crime.

Revolução Passiva - No Brasil, “os antigos militantes da luta armada trocaram as selvas e os ‘aparelhos’ urbanos pelas vias democráticas: alguns tornaram-se parlamentares, ministros, membros do governo, ecologistas, professores, comentaristas da mídia, e outros transformaram-se simplesmente em líderes religiosos e integrantes ativos das ONGs, constituídas por vasto contingente de ‘intelectuais orgânicos’ muito bem remunerados com recursos do próprio governo e de grupos e empresas internacionais. A estratégia ‘democraticamente’ adotada para tornar o Brasil uma ‘República Popular Socialista’ é a da ‘revolução passiva’, extraída dos ‘Cadernos do Cárcere’ de Antonio Gramsci (1891-1937), um membro do Comitê Central do Partido Comunista italiano que discordava parcialmente das teses revolucionárias de Lênin e pregava a tomada do poder pela ação ‘hegemônica’ dos intelectuais infiltrados no aparelho do Estado e suas instituições” (PONTES, 2003: 57).

Senso comum - O mundo como conhecemos é alicerçado no senso comum dos povos. O marxismo quer “superar” esse conceito, criar uma “ruptura”. Gramsci denominava esse objetivo estratégico de “superação do senso comum”: “É exatamente a ‘superação do senso comum’ que fez com que todos acreditassem piamente que a Contrarrevolução de 1964 não passou de um ato impensado dos militares que, na falta do que fazer, decidiram implantar uma ditadura” (Marli Nogueira, Juíza do TRT em Brasília, in "Técnica Gramsciana e o Partido dos Trabalhadores", 13/6/2005). “Segundo Sérgio Augusto de Avelar Coutinho, a superação do senso comum é um empreendimento de profunda transformação cultural e psicológica da sociedade e ‘consiste em apagar certos valores tradicionais e uma parte significativa da herança cultural da sociedade burguesa e substituí-la por conceitos novos e pragmáticos” (PEDROSA: 2008, 73). “Certamente, tal reviravolta, orientada pelas ideias de Gramsci, devia ser compreendida por intelectuais para a tomada do poder no lugar dos operários, marinheiros, soldados e camponeses da velha ortodoxia leninista, stalinista ou maoísta. Desta forma, o movimento seria direcionado para a formação de mentalidades nas universidades e escolas, campos preferidos para ‘conscientização’ do rumo das transformações” (idem, pg. 73). O “fascismo gay” brasileiro é isso, a mudança radical do senso comum antigo, da ética judaico-cristã, uma quebra de paradigma das leis sociais e econômicas, que devem dar vez a esse híbrido stalinista-gramscista, o comunofascismo.
Socialismo do século XXI - Sistema neocomunista, em implantação na Venezuela (Hugo Cháves), na Bolívia (Evo Cocales), no Equador (Rafael Garcia), na Nicarágua (Daniel Ortega), na Argentina (Cristina Kirchner), no Brasil (Lula-Dilma), obedecendo ao objetivo estratégico do Foro de São Paulo (FSP), que é comunizar toda a América Latina. Segundo Viviana Padelin, do movimento Fraternidad Libertaria Latinoamericana, esse tipo de socialismo é implantado em três etapas (Cfr. Las fases del neocomunismo o socialismo de siglo XXI, disponível na internet):
1ª. Etapa - Governo populista: assistencialismo, aumento da quantidade de cargos públicos, aumento de salários, controle paulatino dos meios de comunicação e da cultura, corrupção, discriminação e direitos humanos, revisão da história recente (governos militares), desvalorização dos símbolos pátrios, aumento da delinquência, desmantelamento progressivo das forças de segurança ou sua cooptação com o novo regime, utilização de menores de idade para delinquir, fragmentação da oposição, ataques à Igreja Católica, ocupação de fábricas e terras “não produtivas”, aumento de ONGs de esquerda, criação de grupos de choque, criação de novas universidades de orientação esquerdista, aumento de impostos, aumento do consumo de drogas e narcotráfico, censo habitacional para conhecer os domicílios desocupados, fragmentação da central sindical, quebra do sistema de saúde;
2ª. Etapa- Etapa de implantação e consolidação: quebra da classe média, reforma constitucional, aprovação de casamento homossexual, aprovação do aborto, lei da censura, perseguição midiática e judicial, colapso do judiciário, a delinquência governa as ruas, legalização da maconha, destruição moral e física das Forças Armadas e da Segurança Pública, oposição fragmentada (incapaz de gestão eficaz, mesmo vencendo as eleições), elegem-se novos inimigos para serem combatidos pelos grupos de choque do sistema, divisão de municípios e estados, perseguição religiosa (especialmente contra católicos e evangélicos), criação de milícias armadas;
3ª. Etapa- Fase inicial do neocomunismo: “expropriações”, presos e crimes políticos, ataque à Igreja Católica, regime eleitoral à feição do partido do governo, eleições espúrias, espiral inflacionária.
A autora se esqueceu de acrescentar o item “desarmamento da população”. A Venezuela de Hugo Chávez é o país que está mais avançado na implantação do neocomunismo. Como visto acima, o Brasilistão do “fascismo gay” já queimou algumas das etapas previstas no “Socialismo do Século XXI”. Enquanto Chávez se utiliza da truculência para implantar o socialismo, a esquerda brasileira se utiliza da revolução passiva e permanente preconizada por Gramsci, de modo a cooptar toda a sociedade em torno de um partido-governo, o PT. A estratégia brasileira rumo ao socialismo, ao contrário do que parece, é muito mais insidiosa e perigosa do que a estratégia do brucutu Chávez, porque se este cair, cai também o “bolivarianismo” venezuelano. No Brasil, ao contrário, seja quem for o presidente eleito, o “fascismo gay” vai seguir “alegre” como nunca, porque já existe uma grande ruptura na sociedade brasileira e quebra de paradigmas no que se refere ao antigo senso comum, à ética, à religiosidade, fruto de nossa herança cultural judaico-cristã, a qual é ferozmente combatida pelo socialismo ateu.

Sociedade civil - Denominação utilizada pela primeira vez por Adam Ferguson, em 1767, em seu Ensaio sobre a história da sociedade civil, no qual discorre sobre as virtudes do homem na sociedade civil, ou seja, a "sociedade civilizada", em oposição ao homem isolado e bruto. O marxista francês L. Althusser, aplicando a dialética hegeliana, afirmou que em cada sociedade há embutidas duas sociedades diferentes e opostas: a sociedade política ou Estado (classe dominante) e a sociedade civil (sociedade dominada ou povo), denominações fartamente utilizadas por Antônio Gramsci. Gramsci, um dos fundadores do Partido Comunista da Itália, Seção Italiana da Internacional Comunista, em sua Teoria Ampliada do Estado considera duas esferas no interior das superestruturas:
1) Sociedade Política, que ele chama de “Estado em sentido estrito” ou “Estado-coerção”, que é formada pelo conjunto de mecanismos através dos quais a classe dominante detém o monopólio legal da repressão e da violência, e que identifica com os aparelhos de coerção sob controle das burocracias executiva e policial-militar; e
2) Sociedade Civil: compreende as ONG, organizações comunitárias, associações de moradores, organizações religiosas, partidos políticos, sindicatos, associações profissionais, corporações privadas sem finalidades lucrativas, organizações societárias (membros, sócios), e todas as formas de organizações e instituições privadas, como fundações, escolas, universidades, centros de pesquisas e a organização material da cultura (revistas, jornais, editoras, meios de comunicação de massa etc.). Entenda-se “sociedade socialista”, no pensamento de pau gramscista. Segundo Gramsci, é a Sociedade Civil, em sua “guerra de posição” nos estados democráticos modernos, que irá levar esses países à conquista do socialismo. A “guerra de movimento” ou “revolução permanente”, na acepção de Marx e Engels em 1850, será adotada contra os estados absolutistas ou despóticos, ou contra estados democraticamente fracos. O Brasil, desde o advento da Nova República, em que o “Estado coercitivo” tradicional está se tornando cada vez mais inoperante e inútil, está pavimentando rapidamente o caminho que levará ao paraíso sonhado por Antonio Gramsci. Com o sucessor de FHC, consolida-se, enfim, o “fascismo gay”.

USP - Universidade de São Paulo: fundada em 1934, no Governo de Armando Sales de Oliveira, e nesta, a Faculdade de Filosofia e Letras, que se tornaria, com Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e Octávio Ianni, numa das matrizes de difusão do Marxismo. Em 1958, foi montado na Faculdade de Filosofia da USP o “Seminário Marx” por Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso, José Artur Gianotti, Octávio Ianni, Paul Singer, Juarez Brandão Lopes e Roberto Schwartz. Em 1966, os autores mais lidos eram Lebret, Mounier, Marx, Sartre, Teilhard de Chardin e o Pe. Henrique de Lima Vaz, seguidos por Michel Quoist, Kalil Gilbran, Celso Furtado e José de Castro (que publicou, em 1947, Geografia da Fome, e em 1951, Geopolítica da Fome). “Não foi Marcuse o único guru dessa geração. Outros disputavam essa influência, Mao, Guevara, Debray, o pétreo estalinista Lukacz, sobretudo Gramsci, os autores da Escola de Frankfurt - Walter Benjamin, Adorno, o ascendente jamais cadente Eric Hobsbawn, marxista inglês, e o então noviço Umberto Eco, que ainda esperaria alguns anos pelas grandes tiragens da perversa O Nome da Rosa, e Althusser, que propunha nova leitura de Marx, nova interpretação teológica dos santos livros. (...) A Revista Civilização Brasileira, de Enio da Silveira, acolhia autores prestigiosos. Corria de mão em mão. Entre seus colaboradores o agora, avançado e liberal Alceu Amoroso Lima, o futuroso FHC, Ferreira Gullar, Paulo Francis, ao tempo trotskista – depois, em boa hora, convertido à democracia, por isso repudiado e mantido no escanteio –, Nelson Werneck Sodré, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho – todos crismados ‘aprendizes’ de Lukacz” (José Arthur Rios in “Raízes do Marxismo Universitário”). Arthur Rios é o criador de um axioma imortal: “Pais positivistas, filhos marxistas, netos terroristas”.

Bibliografia:
AZEVEDO, Reinaldo. O País dos Petralhas. Record, São Paulo e Rio de Janeiro, 2008.
CARVALHO, Olavo de. O Jardim das Aflições (2ª edição, revista). Realizações, São Paulo, 2000.
COUTINHO, Carlos Nelson (org.). Gramsci e a América Latina. Editora Paz e Terra. São Paulo, 1988 (Tradução de Marco Aurélio Nogueira).
COUTINHO, Carlos Nelson. Gramsci - Um estudo sobre seu pensamento político. Editora Campus, Rio de Janeiro, 1989.
GENRO, Tarso Fernando. Literatura & Ideologia - Um novo romance latino-americano. Edições Criar, Curitiba, 1982.
JOHNSON, Paul. Tempos Modernos - O mundo dos anos 20 aos 80. Bibliex e Instituto Liberal, Rio, 1994 (Tradução de Gilda de Brito Mac-Dowell e Sérgio Maranhão da Matta).
KOTSCHO, Ricardo. Do golpe ao Planalto - Uma vida de repórter. Companhia das Letras, São Paulo, 2006.
MISES, Ludwig von. Uma crítica ao intervencionismo. Instituto Liberal e Nórdica, Rio, 1987 (Tradução de Arlette Franco).
PEDROSA, J. F. Maya. O Revisionismo Histórico Brasileiro - Uma proposta para discussão. Bibliex, Rio, 2008.
PEREIRA, Alfredo Severo dos Santos. As Falsas Bases do Comunismo (3ª. edição). Editora Vila do Príncipe, Curitiba, 2003.
PONTES, Ipojuca. Politicamente Corretíssimos. Topbooks, Rio, 2003.
SEYMOUR-SMITH, Martin. Os 100 livros que mais influenciaram a humanidade - A História do Pensamento dos Tempos Antigos ?Atualidade. Difel, Rio, 2002 (3ª edição - Tradução de Fausto Wolff).